MARCO, O BARCO

Lançado em: setembro/2010

SINOPSE

Autor: Ted Hughes
Ilustração e posfácio: Jim Downer
Tradução: Alípio Correia de Franca Neto
Quarta capa: Leonardo Fróes
Idioma: Bilingue (português/inglês)

 
Livro inédito do poeta Ted Hughes que ficou cinquenta anos perdido nos arquivos pessoais do autor. Concebido pelo designer Jim Downer – que daria o livro de presente para sua namorada –, Hughes logo se pôs a reescrever os versos “precários” do amigo. O resultado é um divertido e emocionante poema sobre o bravo Marco, um pequeno barco rebocador, que ganha o oceano para viver perigosamente. Publicado em fac-símile, a edição brasileira é bilíngue
e contém um posfácio de Jim Downer contando a história do livro e de sua amizade com Ted.

APRESENTAÇÃO DO LIVRO

Um barco rebocador em poema narrativo
O designer Jim Downer escreveu e ilustrou Marco, o barco na década de 1950.
Logo a seguir, mostrou o livro a seu amigo, o poeta inglês Ted Hughes. Ted elogiou educadamente os versos precários de Jim e, tendo gostado muito das ilustrações e do mote da história, pôs-se a reescrevê-la, em seus versos rimados, colando sobre as páginas do original os novos versos datilografados. A vida levou os dois amigos para lados diferentes, e o original, que havia ficado com Ted, nunca mais foi visto. Há pouco, revirando o arquivo do poeta, sua mulher o achou e o devolveu a Jim, que descobriu, com alegria, que o amigo havia mesmo escrito os versos.
O resultado é este belo poema narrativo, que conta a história de Marco, um barco rebocador que se sentia ultrapassado. Ao se libertar do cais onde enferrujava, Marco passa a buscar sua identidade, tentando várias vezes salvar barcos e peixes, todas sem sucesso. Finalmente, ao conseguir ajudar uma embarcação a vela, Marco encontra sentido e uma nova parceira e amiga.

Publicado em fac-símile, a edição brasileira é bilíngue, com os versos originais de Ted Hughes, e contém um posfácio de Jim Downer, que fala sobre a história do livro e de sua amizade com o poeta.

O também poeta e tradutor Leonardo Fróes, no texto de quarta capa, diz, com surpresa: “Criado na década de 1950, mas só há pouco reencontrado e impresso, este livro que celebra o prazer de ir e vir resultou da convivência entre dois jovens artistas. Suas palavras nos confortam. Suas surpreendentes aquarelas nos abrem para a imaginação sem limites”.

PRÊMIOS

FNLIJ
Em: 2011

Categoria: Altamente Recomendável – Poesia

SAIU NA IMPRENSA

Folha de S. Paulo | Ilustríssima

26/09/2010
A dupla arte de traduzir poesia
por Paulo Henriques Britto

> leia na íntegra
(http://editora.cosacnaify.com.br/ObraImprensaLeiaMais/571/Paulo-Henriques-Britto.aspx)

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Arquivado em Imprensa, Premios

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